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15 Jul 2008 

Pelotas

Município de Pelotas
"Princesa do Sul"
Brasão de Pelotas
Bandeira de Pelotas
Brasão Bandeira
Hino
Aniversário  
Fundação 7 de julho de 1812
Gentílico pelotense
Lema  
Prefeito(a) Adolfo Antônio Fetter Jr. (PP)
Localização
Localização de Pelotas
31° 46' 19" S 52° 20' 34" O31° 46' 19" S 52° 20' 34" O
Estado Rio Grande do Sul
Mesorregião Sudeste Rio-Grandense
Microrregião Pelotas
Região metropolitana  
Municípios limítrofes Morro Redondo, Canguçu (O), Arroio do Padre (enclave), São Lourenço do Sul, Turuçu (N), Capão do Leão e Rio Grande (S).
Distância até a capital 250 quilômetros
Características geográficas
Área 1.608,768 km²
População 339.934 hab. est. IBGE/2007 [1]
Densidade 219,4 hab./km²
Altitude 7 metros
Clima subtropical Cfa
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,816 PNUD/2000
PIB R$ 2.644.670.000,00 IBGE/2005
PIB per capita R$ 7.721,00 IBGE/2005
Outras informações
Ficha técnica
Região Sul
Padroeiro(a) São Francisco de Paula
Gini 0,58
Vereadores 15

Pelotas é um município brasileiro, o terceiro mais populoso do estado do Rio Grande do Sul. Está localizado na encosta do Sudeste, às margens do Canal São Gonçalo que liga as Lagoas dos Patos e Mirim, as maiores do Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, no extremo sul do Brasil, ocupando uma área de 1.609 km² e possuindo uma população de 339.934 habitantes, com cerca de 92% deste total residindo na zona urbana do município. Pelotas está localizada a 250 quilômetros de Porto Alegre, a capital do estado.

Na história econômica do município destaca-se a produção do charque que era enviado para todo o Brasil, e fez a riqueza de Pelotas em tempos passados.

O município conta com cinco instituições de ensino superior (Universidades): Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Faculdades Atlântico Sul, Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET-RS) e Faculdade de Tecnologia Senac-RS. Também possui quatro grandes escolas técnicas: Escola Técnica Estadual João XXIII, Escola Técnica Estadual Professora Sylvia Mello, Conjunto Agrotécnico Visconte da Graça - CAVG da Universidade Federal de Pelotas e o próprio Centro Federal de Educação Técnológica, dois teatros, Teatro Sete de Abril e Teatro Guarany, uma biblioteca pública, três museus, dois jornais de circulação diária, três emissoras de televisão, um aeroporto (Aeroporto Internacional de Pelotas) e um porto localizado às margens do Canal São Gonçalo.

Quanto ao transporte para outras cidades, este pode ser feito por meio terrestre, ferroviário e aéreo.

Tanto a zona urbana quanto a rural de Pelotas conta com monumentos, paisagens e vistas belíssimas, que levaram a televisão brasileira a escolher o município já por duas vezes como cenário para suas produções: "Incidente em Antares", cuja locação foi feita na zona do porto; e "A Casa das Sete Mulheres", filmada em uma charqueada na zona rural.

Em Pelotas é realizada todos os anos a tradicional Fenadoce - Feira Nacional do Doce -, festa de eventos ancorada pelos famosos doces de origem portuguesa e que fazem a fama de Pelotas.

Índice

História

Herrmann Rudolf Wendroth: Pelotas em 1851
Herrmann Rudolf Wendroth: Pelotas em 1851

A história do município começa em junho de 1758, através da doação que Gomes Freire de Andrade, Conde de Bobadela, fez ao Coronel Thomáz Luiz Osório, das terras que ficavam às margens da Lagoa dos Patos. Em 1763, fugindo da invasão espanhola, muitos habitantes da Vila de Rio Grande buscaram refúgio nas terras pertencentes a Thomáz Luiz Osório. Mais tarde, vieram também os retirantes da Colônia do Sacramento, entregue pelos portugueses aos espanhóis em 1777.

Em 1780, instala-se em Pelotas o charqueador português José Pinto Martins. A prosperidade do estabelecimento estimulou a criação de outras charqueadas e o crescimento da região, dando origem à povoação que demarcaria o início do município de Pelotas.

Antigo engenho de arroz, localizado nas proximidades do Canal São Gonçalo
Antigo engenho de arroz, localizado nas proximidades do Canal São Gonçalo

A Freguesia de São Francisco de Paula, fundada em 7 de Julho de 1812 por iniciativa do padre Pedro Pereira de Mesquita, foi elevada à categoria de Vila em 7 de abril de 1832. Três anos depois, em 1835, a Vila é elevada à condição de cidade, com o nome de Pelotas.

Nos primeiros anos do século XX, o progresso foi impulsionado pelo Banco Pelotense, fundado em 1906 por investidores locais. Sua liquidação, em 1931, foi nefasta para a economia local.

O nome do município, "Pelotas", teve origem nas embarcações de varas de corticeira forradas de couro, usadas para a travessia dos rios na época das charqueadas.

A Lei Complementar Estadual número 9184, de 1990, criou a Aglomeração Urbana de Pelotas, que em 2001 passou a se denominar Aglomeração Urbana de Pelotas e Rio Grande, e em 2002, Aglomeração Urbana do Sul. Esta caracteriza-se por proporcionar uma forte integração entre os municípios que a constituem e é o embrião de uma futura região metropolitana. Integram-na os municípios de Arroio do Padre, Capão do Leão, Pelotas, Rio Grande e São José do Norte, que totalizam uma população aproximada de 600.000 habitantes.

 Geografia

Relevo

Centro de Pelotas - a zona urbana do município é predominantemente plana, com poucos e suaves aclives.
Centro de Pelotas - a zona urbana do município é predominantemente plana, com poucos e suaves aclives.

Por estar situada numa planície próxima ao oceano, a área urbana do município situa-se em baixa altitude, com, em média, 7 metros acima do nível do mar. O interior do município está sobre um planalto com elevações médias, denominado Serras de Sudeste. A altitude na área rural de Pelotas chega a cerca de 429 metros[2], próximo à fronteira com o município de Canguçu. Grande parte do município tem altitudes inferiores a 100 metros; na zona mais elevada, predominam as altitudes entre 100 e 300 metros; excepcionalmente, no extremo noroeste, as altitudes são superiores a 300 metros, chegando, no máximo, em certos pontos, a pouco mais de 400 metros.

O município de Pelotas, conseqüentemente, pode ser dividido em duas grandes paisagens geomorfológicas. Cerca de metade da área municipal (regiões oeste e noroeste do município) faz parte das Serras de Sudeste, com altitudes superiores a 200 metros e cerros de ondulações moderadas (coxilhas). A outra metade do município (regiões leste e sudeste - onde localiza-se a área urbana municipal), inclui-se na planície costeira gaúcha, sendo uma paisagem plana e baixa, com altitudes que diminuem em direção ao Canal São Gonçalo e à Lagoa dos Patos.

 Clima

O clima de Pelotas é subtropical úmido ou temperado, representado por Köppen como Cfa.

A temperatura média anual do município é de 17,5°C, sendo janeiro o mês mais quente, com temperatura média de 23°C, e julho o mês mais frio, com média de 12°C. A amplitude térmica diária (diferença entre as temperaturas mínima e máxima de um dia) geralmente é moderada, entre 8 e 9 graus, sendo que dias com amplitudes témicas elevadas (de até 20 graus) não são raros de ocorrer, principalmente no outono.

A precipitação média anual é de 1.379 mm, com chuvas regularmente distribuídas durante todo o ano, sendo fevereiro, com 145 mm de precipitação, o mês mais chuvoso. A umidade relativa do ar é bastante elevada (com média anual de cerca de 80%). Há um dito popular de que Pelotas seria a segunda cidade mais úmida do mundo, perdendo somente para Londres.

MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura Média °C 23 22 21 18 14 13 12 13 14 17 19 21 17
Temperatura Máxima °C 27 26 26 22 19 17 16 18 19 21 24 26 21
Temperatura Mínima °C 19 18 17 14 10 9 8 9 10 13 15 17 13
Chuvas mm 118 145 120 100 95 118 132 123 135 112 86 95 1379

[3] [4]

 Verão

Os verões são tépidos e com precipitações regulares. As máximas absolutas do ano ficam entre 34°C e 36°C, aproximadamente.

Inverno

Os invernos são relativamente frios, com geadas freqüentes (com uma média de 20 por ano) e ocorrência de nevoeiros, com temperaturas mínimas absolutas do ano entre -2°C e 0°C.

Raras precipitações de neve

Um dado climático interessante foi a ocorrência de uma precipitação de neve, no dia 8 de julho de 1994, em Pelotas, das 11h00 às 13h30. Até esta data, não havia nenhum registro oficial de queda de neve no município. O fenômeno foi de fraca intensidade na área urbana do município, não chegando a cobrir de branco a paisagem. Entretanto, a queda de neve teve maior intensidade no interior do município, em distritos como Cascata e Quilombo, chegando a cobrir a vegetação com uma camada branca.[5] Em 4 de setembro de 2006, também foi registrada queda de neve no município de Pelotas. Houve precipitação de neve em flocos nos distritos mais elevados e na cidade vizinha de Canguçu e, na área urbana de Pelotas, na forma de neve granular, durante o período da tarde.[6]

Temperaturas extremas

Em 1 de agosto de 1955, o município registrou uma temperatura mínima de -3,4°C[7], a mais baixa registrada no município. Esta mínima foi registrada na área urbana do município, sendo que no interior do município, devido à maior altitude, a temperatura deve ter sido mais baixa. Outras temperaturas extremas foram de -3°C, em 29 de junho de 1996, -2,7°C, em 19 de julho de 1975, de -2°C, em 29 de julho de 2007[8] e -1,6°C, em 12 de julho de 2007[9].

A temperatura mais alta registrada em Pelotas ocorreu em 8 de janeiro de 2006, com 41°C.[10] O município registrou em apenas um outro dia uma temperatura na casa dos 40°C, em 27 de dezembro de 1999, com máxima de 40°C.[11]

 Fauna

Devido a sua localização e suas características de vegetação e relevo, o município apresenta tanto fauna aquática como fauna de campo e de área serrana. Pelotas possui desde gaivotas e marrecos, aves típicas da zona lagunar de litoral, até a perdiz e a ema, que são próprias das zonas da Campanha gaúcha. A zona mais rica em fauna, no município, é a zona dos banhados, com inúmeras espécies de peixes, anfíbios como a , répteis como o jacaré do papo amarelo e tartarugas, e mamíferos como capivaras, preás, lebres, lontras, gambás, doninhas, graxains, ratões-do-banhado e zorrilhos. A zona serrana possui uma fauna mais pobre, principalmente por se tratar de uma zona de transição, e também em conseqüência do desmatamento. Jaguares e jaguatiricas já não existem mais nessa área. Destacam-se, na área serrana e na área dos campos, pequenos répteis e os mesmos mamíferos da zona dos banhados.

 Vegetação

Vista desde o Hipódromo da Tablada ao entardecer - em primeiro plano, uma araucária.
Vista desde o Hipódromo da Tablada ao entardecer - em primeiro plano, uma araucária.
Margem do Canal São Gonçalo
Margem do Canal São Gonçalo

A maior parte da área rural de Pelotas é composta por campos, com vegetação rasteira e herbácea (pampas). Outra formação importante, que ocorre na forma de pequenos bosques e de forma bastante esparsa no município, por ter sido reduzida pela ocupação humana, é a floresta estacional semidecidual.[12] A vegetação nativa, tanto no domínio dos campos quanto no das matas, apresenta ocorrência de árvores como corticeiras e araucárias, entre outras. A existência da araucaria angustifolia é maior no interior do município, onde a altitude mais elevada e a maior distância do mar favorecem a sua ocorrência, mas esta árvore também é bastante encontrada nas áreas mais baixas, incluindo as zonas urbana e litorânea.

Merece registro o crescimento da silvicultura, que tem promovido o florestamento das áreas de campos com árvores exóticas, como eucaliptos, pinhos e acácias, utilizadas na indústria madeireira, ao lado de espécies de tradicional uso paisagístico (salsos-chorões, ciprestes, cedros, álamos e plátanos).

Pelotas está a 55 km de distância do Oceano Atlântico, e possui uma praia lacustre chamada Laranjal (na laguna chamada Lagoa dos Patos). Nas proximidades desta praia, são encontrados banhados e algumas dunas de areia esparsas.

 Hidrografia

Pelotas é um município que faz parte da bacia hidrográfica do rio Camaquã.

Os arroios do Quilombo e das Caneleiras drenam o município de Pelotas, recebendo o nome de Arroio Pelotas quando suas águas se unem, indo desaguar no Canal São Gonçalo.

 Litoral

O município conta com a Praia do Laranjal, um bairro localizado à beira da Lagoa dos Patos. Além dos balneários Santo Antônio e Valverde, fundados pelo doutor Antônio Augusto de Assumpção Júnior e pelo coronel Arthur Augusto de Assumpção, o bairro conta também com o Balneário dos Prazeres (conhecido popularmente como Barro Duro) e a Colônia Z3, uma colônia de pescadores que explora principalmente a pesca artesanal do camarão.

 Divisões administrativas

 Bairros

Vista da área urbana de Pelotas
Vista da área urbana de Pelotas

Conforme o plano diretor vigente do município, existem 5 grandes bairros em Pelotas:

  • Centro (Zona Sul)
  • Areal (Zona Leste)
  • Laranjal (Zona Leste)
  • Fragata (Zona Oeste)
  • Três Vendas (Zona Norte)

 Distritos

Vista do distrito da Cascata
Vista do distrito da Cascata
  • 1° distrito- Sede
  • 2° distrito- Colônia Z3
  • 3° distrito- Cerrito Alegre
  • 4° distrito- Triunfo
  • 5° distrito- Cascata
  • 6° distrito- Santa Silvana
  • 7° distrito- Quilombo
  • 8° distrito- Rincão da Cruz
  • 9° distrito- Monte Bonito

Zona rural

A zona rural de Pelotas, chamada também de colônia, caracteriza-se pela produção de pêssego, arroz e pela pecuária. A presença de imigrantes alemães também deve ser notada.

Em tempos passados, a produção de charque foi economicamente importante, toda ela movida pelo trabalho escravo. As charqueadas ainda são atrações turísticas do município, como por exemplo a Charqueada Santa Rita e a Charqueada São João.

 Personalidades e cultura



Com a mistura étnica que caracteriza Pelotas, não é surpreendente a riqueza cultural do município.

Berço e morada de inúmeras personalidades da cultura nacional, como do escritor regionalista João Simões Lopes Neto (1865 - 1916), autor de Cancioneiro Guasca (1910), Contos Gauchescos (1912) e Lendas do Sul (1913), de Hipólito José da Costa - patrono da imprensa no Brasil, e do pintor Leopoldo Gotuzzo, cujos trabalhos ultrapassaram as fronteiras de Pelotas conquistando prêmios e exposições até na Europa, e o já citado Antônio Caringi (1905 - 1981), escultor pelotense reconhecido internacionalmente, e do senador Joaquim Augusto de Assumpção, fundador do Banco Pelotense.

O município sempre foi um centro cultural e político.

 Biblioteca

A Biblioteca Pública de Pelotas foi idealizada por Antônio Joaquim Dias, diretor do jornal Correio Mercantil. A primeira diretoria reuniu José Vieira da Cunha, Saturnino de Arruda, Carlos Pinto e José Roiz de Araújo. Foi inaugurada em 5 de março de 1876, em um terreno cedido pelo Barão da Graça, contando na época com 900 volumes. Foi depois construída sede própria, na hoje praça Coronel Pedro Osório. O segundo piso da Biblioteca Pública Pelotense foi construído na gestão do prefeito Joaquim Augusto de Assumpção Júnior.

 Teatros

Pelotas conta com dois teatros, o Teatro Sete de Abril que é o mais antigo em atividade no Brasil e o Teatro Guarani. O Teatro Sete de Abril, cuja construção é de 1831, é um dos mais tradicionais do Brasil.

 Museus

O município possui diversos museus: Museu de História Natural Carlos Ritter, Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo, Museu da Baronesa, Museu Histórico Helena Assumpção de Assumpção, Museu do Charque, Museu do Doce, Museu do Futebol, Museu de Arte Sacra João Paulo II, Memorial da Praia do Laranjal Arthur Augusto de Assumpção, entre outros.

 Movimentos culturais

O carnaval de rua de Pelotas é conhecido nacionalmente, pela espontaneidade dos blocos carnavalescos que saem às ruas e garantem a alegria do povo.

 Demografia

 Etnias

A principal imigração ocorrida na região foi a vinda de portugueses, oriundos principalmente do arquipélago de Açores, que influíram profundamente na cultura do município, principalmente na arquitetura e na culinária.

Santuário católico de Guadalupe, localizado no distrito da Cascata
Santuário católico de Guadalupe, localizado no distrito da Cascata

Outra imigração importante que ocorreu na região foi a de alemães (a maioria de pomeranos), embora estes tenham preferido se fixar na zona rural do município, ao contrário dos portugueses, que o fizeram na zona urbana. Também são dignas de nota outras etnias que em Pelotas fixaram residência, como negros africanos (descendentes de escravos), italianos, poloneses, franceses, judeus, árabes libaneses, etc. O número de descendentes de índios, apesar de desconhecido, é considerado muito pequeno.

 Religiões

Quanto à religião, a maioria dos pelotenses (aproximadamente 50%) afirma ser católica romana, seguida pelas religiões protestantes (principalmente entre a população de origem alemã), como a Evangélica Luterana e a Anglicana. Inclui-se entre os cristãos um número crescente de Testemunhas de Jeová. Também são dignos de nota o espiritismo, rituais afro-brasileiros (como umbanda e candomblé), e os mórmons.

Indicadores sociais

  • Índice de alfabetização: 95,7%, em 2006.
  • Índice de mortalidade infantil: 12,5 para 1.000 nascidos vivos, em 2007.
  • Expectativa média de vida: 72,6 anos (70,1 homens e 74,5 mulheres), em 2006.
  • Distribuição étnica: Branco: 280.897; negro: 34.172; pardo (mestiço branco/negro e/ou índio): 25.395; indígena: 998; amarelo (asiático): 498; não sabem: 998. (2005)

 Economia

Pelotas vista do terraço do Hotel Manta (19° andar), um dos edifícios mais altos do município
Pelotas vista do terraço do Hotel Manta (19° andar), um dos edifícios mais altos do município

A vocação econômica de Pelotas é o agronegócio e o comércio. Neste último segmento, há grande representatividade de árabes oriundos principalmente do Líbano (conhecidos erroneamente como turcos) e mais alguns estrangeiros.

A região de Pelotas é a maior produtora de pêssego para a indústria de conservas do país, além de produzir outros produtos como aspargo, pepino, figo e morango. O município também é grande produt

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