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- Julho 2008 (17)
Visualização dos artigos postados o: 16/07/2008
Até hoje, muito embora algumas tentativas, o cavalo ainda não pode ser substituído por máquinas nas lidas de campo.
Estas o ajudam. Estas ajudam muito, mas ainda não podem fazer o que o cavalo faz, como por exemplo, um aparte no rodeio ou numa porteira de mangueira. Além disso, o cavalo é o ingrediente que maiores belezas e alegrias produzem dentro dos trabalhos de uma estância. Ë belo, é ágil, é inteligente, é dócil, é veloz, é vaidoso, é forte, enfim nos proporciona momentos de verdadeiro encantamento, principalmente quando, em seu lombo, praticamos as mais difíceis, porém mais emotivas e alegres lidas, como o tiro de laço e o aparte, que hoje os "Crioulistas"apelidaram de "Paleteada" .
Convença-se, pois, que você jamais poderá deixar de possuir alguns, porá apoder desempenhar a contento suas atividades e, sobretudo, para poder usufruir a felicidade que eles sem dúvida alguma vão proporcionar-lhe. Confira e verá!
Existem muitas raças. Aqui no Estado do Ro Grande do Sul cria-se:
1) Inglês,
2)Árabe,
3)Crioulo,
4)Quarto de Milha,
5) Manga larga,
6)Percheron, etc.
Suas principais características são:
- Inglês: Muito altos, extremamente velozes, não se prestam muito para a lida campeira, são apropriados para carreiras de tiro longo;
- Árabe: Altos, muito ágeis, finos de corpo, belíssimos, porém também não são aconselháveis para o campo porque são extremamente nervosos e exageradamente delgados;
- Crioulo: São os mais rústicos dos aqui enumerados, engordam em qualquer campo, são pequenos, mas grossos e fortes, favorecendo as manobras rápidas e em espaços reduzidos, não dependem de trato suplementar além do campo. São os cavalos ideais para serviços com o gado;
- Quarto de Milha – Muito velozes em tiros curtos de até 400 metros, prestam-se muito bem para o tiro de laço, porém perdem para o Crioulo na rusticidade porque dependem sempre, de alguma ração suplementar além do campo. São um pouco maiores que os Crioulos;
- Manga Larga – Boníssimos para longas viagens, em face do seu bom cômodo e da velocidade que desempenham, geralmente são "marchadores" o que os fazem perder para o Crioulo num espaço vital: o pique da arrancada. O Crioulo, por ser geralmente de trote arranca com mais rapidez em face da posição das patas que, no trote, estão mais próximas umas das outras;
- Percheron – Insuperável na força são apropriados para tração.
Diante das principais características enumeradas acima você naturalmente já deduziu a raça que mais lhe convém.
Ao iniciar sua nova atividade você, deveria adquirir algumas éguas, que, além de servirem para o trabalho também servirão para dar-lhe novos cavalos, assim sua estância faria naturalmente a renovação da cavalhada. No entanto não exagere na quantidade, porque um eqüino come por 2 ou 3 vacas, além de pastar noite e dia, ainda arranca algum pasto com a raiz.
O conceito generalizado entre os estancieiros antigos era de possuírem centenas e até milhares de eqüinos. Conheci uma proprietária, em Mostardas, Maria Joaquina Osório Velho, que chegou a possuir 2.000 animais cavalares. Meu pai, enquanto criador de certa escala, nunca teve menos de 200 eqüinos, apenas por puro prazer e um certo orgulho.
Hoje, salvo em Cabanhas especializadas em criação de cavalos, isto é absolutamente antieconômico.
Pêlos
Já que dedicamos um capítulo aos Cavalos, seria imperdoável não falarmos sobre os seus variadissimos pêlos. Dado a sua grande importância, dedico-lhe em capítulo especial.
O assunto é polêmico porque encerra muitas diferenças entre as várias regiões do Rio grande. Além disso, existe ainda, enorme discrepância entre as linguagens militar ou turfistas e a da gauchada campeira, que jamais chamou o cabalo zaino de castanho...
Por outro lado alguns animais possuem em seu corpo mais de uma pelagem, o que dificulta a identificação.
É oportuno lembrarmos, também, que até um ano e meio a dois anos de idade alguns eqüinos mudam a pelagem, só atingindo a definitiva a partir daí.
Como me propus, neste modesto trabalho, a transmitir aos leigos alguns ensinamentos, coerentemente permanecerei dentro desta linha, respeitando sempre o regionalismo crioulo.
São, pois, os seguintes pêlos que conheço:
- ALAZÃO: vermelho – claro alarenjado.
- AZULEGO: azulado, com uma ou outra mancha branca.
- BAIO: cor de café com leite fraco.
- BAIO CABOS – NEGROS: com pernas, crina e cola pretas.
- BAIO ENCERADO: café com leite forte e manchas arredondadas e levemente mais escuras.
- BAIO CEBRUNO: café com leite forte e argolas pretas nas quatro patas.
- BAIO RUANO: café com leite bem desmaiado e crina e cola brancas.
- BRANCO: totalmente branco
- BRAGADO: totalmente coberto de manchas brancas, vermelhas ou pretas embaralhas e indefinidas, dando a apar6encia de um buquê de flores.
- COLORADO: vermelho.
- COLORADO PINHÃO: vermelho carregado, quase encarnado.
- DOURADILHO: vermelho bem claro, que brilha quando exposto ao sol
- GATEADO: café com leite forte ou marrom fraco.
- GATEADO ROSILHO: com pintinhas brancas.
- LUBUNO: cinza
- MALACARA: geralmente cavalos vermelhos que tiverem, à frente da cabeça, uma mancha vertical, dos olhos até o focinho (outros pêlos que tiverem a mesma macha normalmente não são tratados como Malacara).
- MOURO: pequenas pintas brancas sobre o fundo preto.
- OVEIRO: manchas grandes, brancas, vermelhas ou pretas, arredondadas.
- PAMPA: o cavalo que tiver toda a cabeça branca.
- PANGARÉ: café com leite, com barriga e focinho brancos.
- PICAÇO: todo preto com qualquer mancha branca e em qualquer lugar.
- PRETO: totalmente preto
- ROSILHO: pintas brancas sobre o fundo vermelho.
- ROSILHO PRATEADO: rozilho, com a anca quase branca.
- ROSADO: é como na Serra denominam o Bragado.
- RUANO: vermelho claro e crinas e cola brancas.
- TOBIANO: faixas largas e bem definidas, brancas e vermelhas ou brancas e pretas, em geral dispostas verticalmente.
- TOBIANO ROZILHO: quando as faixas forem rozilhas.
- TOBIANO MOURO: quando as faixas forem do pêlo mouro.
- TORDILHO: fundo branco com pintas levemente mais escuras de um branco sujo.
- TORDILHO NEGRO: fundo branco com pintas de um preto desmaiado.
- TORDILHO VINAGRE: fundo branco sob pintas marrons.
- TOSTADO: cor de castanha madura.
- TOSTADO RUANO: A cor de castanha madura e crinas e cola brancas.
- ZAINO: marrom escuro
- ZAINO CRUZADO: marrom escuro e duas patas brancas desencontradas.
- ZAINO NEGRO: quase preto.
- ZAINO PINHÃO: puxado à cor de pinhão maduro.
- ZAINO TAPADO: o que não tem qualquer pinta branca.
Alguns animais possuem de 1 a 4 canelas brancas, independente da sua pelagem geral, estes são chamados de "calçados" (gateado calçado da 4 patas, etc.).
Valsa
O compasso ternário como dança é muito antigo. Originária das danças tirolezas austríacas. Entretanto com o título de valsa somente aparece no Séc. XVII e se realiza nos bailados de óperas no Séc. XVIII. Chega ao seu apogeu no Séc. XIX, com as "Valsas Vienenses" estilizadas pelos músicos e compositores da famílias Strauss. Veio para o Brasil nos fins do Séc. XVIII era conhecida "valsa figurada", trazida pelos portugueses. No Séc. XIX foi difundida e dançada a valsa de par com todas as pompas do Reino e do Império. Hoje, no sul do país a valsa ganhou seu estilo próprio, ritmo e dança. Adaptou-se aos costumes e maneiras do peão gaúcho.
Chotes
Dança de salão originária da Hungria. O "Schottisch" invadiu a França, Alemanha e Inglaterra no Séc. XIX. Apareceu no Brasil no período Regencial e foi moda no Segundo Império. De norte a sul o chotes é uma dança muito popular, cantado ou somente em solo instrumental. É dançado em pares com três passos comuns diferentes: um e um, dois e dois ou dois e um. No Rio Grande do Sul, além dos passos comuns, dança-se o chotes marcado e também, principalmente, entre os descendentes da imigração açoriana, dançam o chotes afigurado sem limites de passos e figuras. Em Santa Catarina também é dançado os passos comuns, chotes afigurado, chotes marcado e chotes contra-passo. No Paraná, além dos passos comuns é mais dançado o chotes marcado, ou seja: uma marcação e um valseio de um em um passo. Nas colônias de origem alemã e italiana dança-se chotes de carreirinha e chotes de quatro passos.
Milonga
Dança argentina ao som de guitarras muito popular no Uruguai de onde entrou para o Brasil. Hoje aculturada no pampa gaúcho, faz parte do acervo musical do sul brasileiro.
Rancheira
Dança de origem árabe. Trazida e estilizada na Argentina. No rio Grande do Sul o ritmo é mais vivo e a coreografia mais saltitante, estilo popular.
Vanera, Habanera ou Havanera
dança e canto popular originária de Havana - Cuba. Ritmo em 2/4 sendo o primeiro tempo forte e bem acentuado. Música popular em quase todos os países espano-americanos. No Rio Grande do Sul foi muito usada pelas Bandas das colônias de imigração italiana. Nos campos, os gaiteiros gaúchos denominavam de "vanera" e fez deste ritmo o mais amplo repertório para animação de fandangos, bailantas e festas gauchescas.
Bugio "BUGIU" de Bugio
ritmo gaúcho de origem muito remota - fins do Séc. XIX. Dança de peões com chinas indígenas, sob qualquer som musical da época. No início do Séc. XX já era dançado ao som de gaitas de botão, mas ainda como dança não social. Na década de 50 o bugiu foi requintado com arranjos de gaitas apianadas e na década de 60 passou a Ter letra própria enfocando a presença do macaco bugio no contexto da letra. Hoje o Bugiu é dança de salão e deu origem a grandes festivais como "Ronco do Bugiu" em São Francisco de Paula e "Querência do Bugiu" em São Francisco de Assis.
1 - NÃO PEÇAS AÇÚCAR NO MATE
O gaúcho aprende desde piazito que e por que o chimarrão se chama também mate amargo ou, mais intimamente, amargo apenas. Mas, se tu és dos que vêm de outros pagos, mesmo sabendo poderás achar que é amargo demais e cometer o maior sacrilégio que alguém pode imaginar neste pedaço do Brasil: pedir açúcar. Pode-se pôr na água ervas exóticas, cana, frutas, cocaína, feldspato, dólar etc, mas jamais açúcar. O gaúcho pode ter todos os defeitos do mundo mas não merece ouvir um pedido desses. Portanto, tchê, se o chimarrão te parece amargo demais não hesites: pede uma Coca-Cola com canudinho. Tu vais te sentir bem melhor.
2 - NÃO DIGAS QUE O CHIMARRÃO É ANTI-HIGIÊNICO
Tu podes achar que é anti-higiênico pôr a boca onde todo mundo põe. Claro que é. Só que tu não tens o direito de proferir tamanha blasfêmia em se tratando do chimarrão. Repito: pede uma Coca-Cola com canudinho. O canudo é puro como água de sanga (pode haver coliformes fecais e estafilococos dentro da garrafa, não no canudo).
3 - NÃO DIGAS QUE O MATE ESTÁ QUENTE DEMAIS
Se todos estão chimarreando sem reclamar da temperatura da água, é porque ela é perfeitamente suportável por pessoas normais. Se tu não és uma pessoa normal, assume e não te fresqueies. Se, porém, te julgas perfeitamente igual às demais, faze o seguinte: vai para o Paraguai. Tu vais adorar o chimarrão de lá.
4 - NÃO DEIXES UM MATE PELA METADE
Apesar da grande semelhança que existe entre o chimarrão e o cachimbo da paz, há diferenças fundamentais. Com o cachimbo da paz, cada um dá uma tragada e passa-o adiante. Já o chimarrão, não. Tu deves tomar toda a água servida, até ouvir o ronco de cuia vazia. A propósito, leia logo o mandamento seguinte.
5 - NÃO TE ENVERGONHES DO "RONCO" NO FIM DO MATE
Se, ao acabar o mate, sem querer fizeres a bomba "roncar", não te envergonhes. Está tudo bem, ninguém vai te julgar mal-educado. Este negócio de chupar sem fazer barulho vale para Coca-Cola com canudinho, que tu podes até tomar com o dedinho levantado.
6 - NÃO MEXAS NA BOMBA
A bomba do chimarrão pode muito bem entupir, seja por culpa dela mesma, da erva ou de quem preparou o mate. Se isso acontecer, tens todo o direito de reclamar. Mas, por favor, não mexas na bomba. Fale com quem lhe ofereceu o mate ou com quem lhe passou a cuia. Mas não mexas na bomba, não mexas na bomba e, sobretudo, não mexas na bomba.
7 - NÃO ALTERES A ORDEM EM QUE O MATE É SERVIDO
Roda de chimarrão funciona como cavalo de leiteiro. A cuia passa de mão em mão, sempre na mesma ordem. Para entrar na roda, qualquer hora serve mas, depois de entrar, espera sempre tua vez e não queiras favorecer ninguém, mesmo que seja a mais prendada prenda do Estado.
8 - NÃO "DURMAS" COM A CUIA NA MÃO
Tomar mate solito é um excelente meio de meditar sobre as coisas da vida. Tu mateias sem pressa, matutando, recordando... E, às vezes, te surpreende até imaginando que a cuia não é cuia mas o quente seio moreno daquela chinoca faceira que apareceu no baile do Gaudêncio... Agora, tomar chimarrão numa roda é mui diferente. Aí o fundamental não é meditar e sim integrar-se à roda. Numa roda de chimarrão, tu falas, discutes, ri, xingas, enfim, tu participas de uma comunidade em confraternização. Só que esta tua participaçâo não pode ser levada ao extremo de te fazer esquecer da cuia que está em tua mão. Fala quanto quiseres mas não esqueças de tomar teu mate, que a moçada tá esperando.
9 - NÃO CONDENES O DONO DA CASA POR TOMAR O 1º MATE
Se tu julgas o dono da casa um grosso por preparar o chimarrão e tomar ele próprio o primeiro, saibas que grosso é tu. O pior mate é o primeiro e quem o toma está te prestando um favor.
10 - NÃO DIGAS QUE CHIMARRÃO DÁ CÂNCER NA GARGANTA
Pode até dar. Mas não vai ser tu, que pela primeira vez pegas na cuia, que irás dizer, com ar de entendido, que chimarrão é cancerígeno. Se aceitaste o mate que te ofereceram, toma e esquece o câncer. Se não der para esquecer, faze o seguinte: pede uma Coca-Cola com canudinho, que ela... etc, etc.
DICAS
Se estas conhecendo o chimarrão agora, aí vai alguns termos que são usados em uma Roda de Chimarrão:
Amargo: Chimarrão. Cambona: espécie de chaleira usada para esquentar a água.
Cevar: é o preparo. Matear: o mesmo que sorver.
Roncar: Terminar de tomar o mate
Sorver: saborear, o ato de beber o chimarrão.
Saiba também: - Nunca deixe ferver a água que estiver esquentando para o chimarrão, pois teu mate será de ma qualidade. Saibas que, quando estiver chiando a cambona a água estará na temperatura ideal.
Quem cevar o mate coordenará a Roda de chimarrão, seguindo sempre pela sua mão direita.
Passe sempre o chimarrão com a mão direita,
caso esteja ocupada e passares com a esquerda, fale: Desculpe a mão! Então a pessoa que recebe o mate responde: É a mesma do coração!
Não esqueças que o primeiro mate é sempre do cevador. É uma “lei”.
Só passe a cuia se realmente estiver terminado de tomar, ou seja se a cuia “roncar”.
Não agradeças o mate se ainda tiver água.
MAIS DICAS
CURTINDO A CUIA... Se ganhaste uma cuia nova, não faça mate diretamente nela. Tu não podes esquecer que a cuia de porongo deve ser “curtida” antes. Como fazer?
Encha a cuia de erva e água quente, podes acrescentar também à erva cinza vegetal.
Deve ficar assim por dois ou três dias. Deixes sempre bem úmido para melhor cutir a cuia.
Depois do tempo estabelecido, retire a erva raspando bem a cuia. Tu vais notar que a cuia ficará com cara de que é muito usada.
Enxágües a cuia e pronto! Podes cevar o mate!
Chimarrão A Tradição do chimarrão é antiga, símbolo da Hospitalidade Gaúcha, de origem indígena (Guaranis), o chimarrão autêntico, sem açúcar, toma-se em uma cuia de porongo, hoje, por uma bomba de metal. Em seus primórdios o chimarrão era consumido através de um “canudo” de taquara, chamado Taquapy. O chimarrão, por sua vez, também tem suas propriedades desintoxicantes e rico em cálcio e ferro. A Erva Mate, Ilex paraguariensis, é uma árvore nativa, um dos símbolos ecológicos do Rio Grande do Sul. Até chegarmos ao chimarrão, propriamente dito, a Erva Mate passa por vários processos: I – Colheita: Feita por mais ou menos cinco pessoas, denominadas taifeiros. Um deles sobe até a árvore para cortar alguns galhos da planta, enquanto os outros recolhem os galhos colocando-os em um balaio de taquara que é transportado até o Raído (utilizado para facilitar o transporte), feito de taquara ou cipó. II – Secagem: Chegado os galhos até o Carijo ou Barbaquá, uma espécie de galpão, totalmente fechado, somente uma abertura, a porta. Neste galpão existe uma espécie de churrasqueira para secar as folhas. No Carijo, a secagem é indireta, ou seja, a folha não tem contato direto com o fogo do braseiro. Já no Barbaquá, a secagem é direta, ao contrário da anterior. III – Cancheamento ou Trituração: Pode ser feita por duas técnicas, uma usando o Soque, mais atual, e outra usando o Monjolo. Soque: movido à tração animal ou moinho d’água. Hoje são grandes maquinas movidas a eletricidade. Monjolo: bem mais ultrapassado, o monjolo é constituído por três partes, bica d’água, cocho do monjolo e o pilão. A bica chegava a ter quilômetros de distância até o local de produção, onde estava instalado o cocho para receber a água, que vinha de uma cachoeira (mais comum), para ter força de mover-se para cima e para baixo, triturando as folhas da Erva mate que estavam no pilão. Nestas duas técnicas, a erva pode ser moído grosso ou fino vai do seu gosto. IV – Consumo: Pronto, tua erva para chimarrão está no ponto, basta ser feito o empacotamento e daí direto para a cuia. *Estes quatro processos, hoje, são mais modernizados, mas continuam os mesmos.
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